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ACONTECE

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Chirley Pankará estará com a gente no II Encontro Chirley Pankará estará com a gente no II Encontro Somos Corisco!

É pedagoga, cursada em oficinas de teatro, mestra em Educação pela PUC-SP e doutora em Antropologia Social pela USP. Nascida em Pernambuco, migrou para São Paulo aos 25 anos em busca de oportunidades. 

Atuou por oito anos como gestora dos Centros de Educação e Cultura Indígena (CECIs) e foi coordenadora-geral de Promoção a Políticas Culturais no Ministério dos Povos Indígenas. Foi a primeira codeputada estadual pela Bancada Ativista (PSOL/SP) e também é escritora, artesã, etnomodista e contadora de memórias. Mulher Bioma da Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade - ANMIGA.

‼️ Acesse o link em nossa bio e faça a sua inscrição! Vagas limitadas!

 
#corisco #IISomosCorisco #evento #UFMG
Esse é um convite especial! 🫶 Nossa colíder, Capi Esse é um convite especial! 🫶

Nossa colíder, Capitã Pedrina, convida a todes para participarem do II Somos Corisco que acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de abril na UFMG,  com o tema “Curar a Terra e escutar os mundos que ela abriga”.

A Capitã estará presente nas atividades do evento e conduzirá as ritualísticas de acolhimento, que será um momento de firmar os pés e abrir os caminhos! Vem participar com a gente!

🎟️ Acesse o link em nossa bio e faça a sua inscrição! Vagas limitadas! 

#corisco #IISomosCorisco #evento #CapitãPedrina #SaberesTradicionais  UFMG
Presença confirmada! 🤝 Eliel Benites Kaiowa estar Presença confirmada! 🤝

Eliel Benites Kaiowa estará com a gente no II Encontro Somos Corisco!

Intelectual  e liderança do povo Guarani-Kaiowá (MS), referência nacional na construção de políticas de educação escolar indígena. Possui graduação em Licenciatura Indígena, Teko Arandu, pela Universidade Federal da Grande Dourados (2011), Mestrado em Educação pela Universidade Católica Dom Bosco (2014) e Doutorado em Geografia pela Universidade Federal da Grande Dourados (2021). 

Eliel desenvolve pesquisas e práticas voltadas à autonomia pedagógica, à valorização das línguas originárias e ao fortalecimento dos saberes tradicionais nos territórios indígenas, atuando na formulação de políticas públicas comprometidas com a interculturalidade e com a defesa dos direitos dos povos originários. Foi diretor da Faculdade Intercultural Indígena (Faind) e do Departamento de Línguas e Memória no Ministério dos Povos Indígenas (2023-2025). Atuou na produção de filmes para promoção do teko tradicional dos povos Guarani-Kaiowá. 🎥

Sua trajetória articula militância, produção acadêmica, produção audiovisual e formação de professores indígenas, afirmando a educação como território estratégico de resistência e permanente reconstrução da memória e dos conhecimentos de seu povo.

‼️ As inscrições estão abertas! Acesse o link em nossa bio e garanta a sua vaga! 

#corisco #IISomosCorisco #evento #UFMG
Teias de Saberes: espaços de construção coletiva n Teias de Saberes: espaços de construção coletiva no II Encontro Nacional Somos Corisco “Curar a Terra e escutar os mundos que ela abriga” 🌿🍃

Durante três dias, vamos compartilhar saberes, experiências e construir juntos caminhos para uma comunicação intermundos, valorizando as múltiplas formas de conhecimento que emergem dos territórios, das lutas e das práticas cotidianas de resistência.

No centro dessa troca estão as Teias de Saberes, que acontecem no dia 30/04, na Estação Ecológica da UFMG, de 8h às 17h. As Teias são espaços participativos voltados à construção coletiva de propostas e tecnologias sociais, organizadas a partir dos quatro elementos:

🌱 Teia de Saberes Terra: luta pela terra e preservação da biodiversidade, saberes orgânicos e convivência entre as múltiplas espécies, territórios e emergência climática, justiça climática.

💧 Teia de Saberes Água: educação e saberes de cura, diálogos interepistêmicos entre universidade e territórios para construção de saberes, saberes e desafios da comunicação intergeracional.

🔥 Teia de Saberes Fogo: visibilidade e as lutas; povos, territórios e alianças nas lutas afro e indígenas e formas de resistência às opressões, arte e comunicação intermundos; como registrar saberes epistemes (filme e fotografia); desafios de transcriação oralidade-escrita-oralidade.

🌬️ Teia de Saberes Ar: sonhar e inventar mundos em aliança, elaboração de passados traumáticos; construção de memórias nos territórios de luta e nos arquivos do poder; formas de luta nos territórios e nas universidades; alianças entre cidade e campo; o corpo como memória.

⚠️ Importante! Para participar é necessário realizar a inscrição no evento, através do link disponível em nossa bio. As vagas são limitadas (70 pessoas). 

Garanta a sua vaga e venha tecer saberes conosco! 🏹✊

#SomosCorisco #TeiasDeSaberes #JustiçaEpistêmica #PovosTradicionais #ComunicaçãoIntermundos UFMG CurarATerra
Presença confirmada! 🤝 Elionice Conceição Sacrame Presença confirmada! 🤝

Elionice Conceição Sacramento (@elionicesacramento ) estará com a gente no II Encontro Somos Corisco!

Liderança reconhecida local, nacional e internacionalmente, pescadora artesanal e defensora dos direitos humanos da Comunidade de Pescadores e Quilombolas de Conceição, onde incide o município de Salinas da Margarida (BA). Possui graduação em Filosofia pela Faculdade Batista Brasileira (2011) e mestrado em MESPT/CDS da Universidade de Brasília (2019), Doutoranda em Antropologia pela Universidade Federal da Bahia e Museu Nacional/UFRJ. Atualmente é integrante da equipe de pesquisa da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. 

Tem experiência na área de Ciências Ambientais, com ênfase em Sustentabilidade junto a povos e terras tradicionais, atuando principalmente nos seguintes temas: expropriação cultural, saúde, mulheres pescadoras, derramamento de petróleo e território. Integrante do Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais (MPP) e da Articulação Nacional de Pescadoras (ANP), Elionice atua na linha de frente da luta pela regularização dos territórios de pesca, pela garantia dos direitos das comunidades tradicionais e contra a privatização da água — reafirmando-a como bem comum e condição de vida. 

Sua trajetória articula defesa do território, justiça socioambiental e fortalecimento das mulheres quilombolas e pescadoras, enfrentando o racismo ambiental e as violações históricas sofridas por povos e comunidades tradicionais. É autora do livro “Da Diáspora Negra ao Território de Terra e Águas: Ancestralidade e Protagonismo de Mulheres na Comunidade Pesqueira e Quilombola Conceição de Salinas-BA 🌿

‼️ As inscrições estão abertas, acesse o link em nossa bio e garanta a sua! 

#corisco #IISomosCorisco #evento #UFMG
O projeto “Participação Social no território Grand O projeto “Participação Social no território Grande Dourados e Sul do Mato Grosso do Sul: práticas de pesquisa e extensão com Mutirões Cineclubistas e Roças de Palavras em escolas Guarani-Kaiowá”  é uma construção coletiva entre UFMG e a comunidade da retomada Guarani-Kaiowá do Tekoha Guaiviry Yvy Pyte Y Jere, com mais de 10 anos de parceria! 🫱🏾‍🫲🏼
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Com recursos do edital 017/2025 do CNPQ @cnpq_oficial, nossa pesquisa-ação vai acontecer em escolas Guarani-Kaiowá no sul Mato Grosso do Sul (próximas às cidades de Amambai e Dourados) com Mutirões Cineclubistas e Roças de Palavras, em ativação conjunta com educadores e educadoras da escola Che Ru Apyka Rendy Nísio Gomes, cineastas/comunicadores do Coletivo Guahui Guyra @guahuiguyra, docentes e discentes de graduação e pós-graduação da UFMG. No total serão 11 (onze) bolsas, sendo oito (oito) bolsistas indígenas Guarani-Kaiowá do Tekoha Guaiviry e 3 (três) bolsistas na UFMG.
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O projeto tem como foco a participação social em políticas públicas municipais, estaduais e federais, identificando direitos já garantidos da população indígena em geral e, especificamente Guarani-Kaiowá, promovendo diálogos entre formas tradicionais do direito e o regime de direito do Estado democrático. Mas também buscando estimular, por meio de pedagogias da educação popular, a participação social no cumprimento dos direitos e na  formulação de novas políticas que atendam aos interesses das populações indígenas, especialmente de mulheres, crianças e anciãos/anciãs.
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O projeto, que se estende por 24 meses (2026-2027), será uma oportunidade única para  trocar saberes sobre como a universidade pode aprender com os territórios e construir bem comum em aliança! 🏹✊🥁🪘🌱

Esta e outras experiências estarão presentes no II Encontro Nacional Somos Corisco! Encontro que celebra 10 anos do Coletivo de Pesquisa e Ação - Corisco, com o tema “Curar a Terra e escutar os mundos que ela abriga” promove diálogos entre universidade, territórios e lideranças de povos e comunidades tradicionais 

#ParticipaçãoSocial #GuaraniKaiowa #JustiçaEpistêmica #TecnologiasSociais #UFMG
‼️ As inscrições para o II Encontro Somos Corisco ‼️ As inscrições para o II Encontro Somos Corisco estão abertas! ‼️

Para realizar a sua inscrição, siga o passo a passo: 

- Acesse o link disponível em nossa bio;
- Clique na aba “Faça a sua inscrição – II Somos Corisco”;
- Você será direcionade para a plataforma Even3; 
- Clique no botão “Realizar inscrição;
- Escolha a sua forma de participação: Participante ou Participante (Contribuição);
- Para ajudar no custeio coletivo da alimentação do evento (cafés da manhã e da tarde, e almoço), você poderá fazer sua inscrição como “Participante (Contribuição)” doando a partir de R$10,00. A inscrição gratuita continuará disponível normalmente. 
Preencha todas as informações solicitadas no formulário. 

Prontinho, sua inscrição está feita! ✅

No formulário você precisará marcar as atividades que gostaria de participar: 
(28/04 - 19h-21h30) Mesa de Abertura - Justiça Epistêmica e Comunicação Intermundos para um Mundo Sustentável 
(29/04 - 9h-12h) Mesa Tecnologias Sociais para Sustentabilidade: desafios de pesquisa com um olhar de dentro das comunidades tradicionais
(29/04 - 14h30 - 18h30) Fórum Ampliado Grupos de Pesquisa 
(30/04 - 8h - 17h) Teias de Saberes Terra, Água, Fogo e Ar

📣 Atenção: As vagas são limitadas!

Teremos emissão de certificados de participação! Não perca tempo e já garanta a sua inscrição 🏹

#corisco #IISomosCorisco #evento #UFMG
📣 Confira a programação preliminar do II Encontro 📣 Confira a programação preliminar do II Encontro Nacional Somos Corisco 📣

Com o tema “Curar a Terra e escutar os mundos que ela abriga”, o encontro acontece nos dias 28, 29 e 30 de abril, em espaços coletivos da UFMG (CAD2, FAFICH, Bosque da Música e Estação Ecológica). Serão três dias de convivência e diálogo, organizados em diversas atividades!

A abertura acontece no dia 28/04 (terça-feira), com credenciamento a partir das 17h, seguido da abertura do evento pelas colíderes do Corisco, Capitã Pedrina e Luciana de Oliveira, acompanhada de uma ritualística, e às 19h, a Conferência de abertura “Justiça Epistêmica e Comunicação Intermundos para um Mundo Sustentável”.

No dia 29/04 (quarta-feira), pela manhã, após o café de boas-vindas e da ritualística de abertura, o painel “Tecnologias Sociais para Sustentabilidade: desafios de pesquisa com um olhar de dentro das comunidades tradicionais” reúne lideranças e pesquisadoras quilombolas e indígenas. 

Na parte da tarde, o Fórum Ampliado de Grupos de Pesquisa, composto por grupos da UFMG e de diversas universidades, movimentos e territórios.
O dia 30/04 (quinta-feira) será dedicado às Teias de Saberes Terra (Lutas por Terra e Território no Brasil), Água (Educação e Nutrição da Vida), Fogo (Comunicação e Visbilidades nas Artes e nas Imagens) e Ar (Memória e Territórios), na Estação Ecológica da UFMG, com apresentações de trabalhos, formulação coletiva de proposições, elaboração do documento-síntese do encontro, performance artística e encerramento com leitura pública e ritualística.

Em breve, divulgaremos a programação completa e abriremos inscrições com vagas limitadas. Fique de olho!

⚠️Reserve essas datas e acompanhe nossas redes para saber todas as informações.

#corisco #IISomosCorisco #evento #UFMG
🌀Em nossa última edição, propomos em nossa carta-m 🌀Em nossa última edição, propomos em nossa carta-manifesto que Somos Corisco não é um evento que acaba com o fim do mesmo. Na verdade ele nunca acaba, porque, como escrevemos na carta,”ele é quilombo-aldeia de ideias, um território-tempo em que a comunicação se faz ponte entre a justiça epistêmica e as estratégias coletivas de resistência”. 

Em 2026, comemorando 10 anos de nosso Coletivo de pesquisa, seguiremos buscando “honrar as lutas indígenas e afrodiaspóricas, reconhecendo que cada passo dado em aliança é insurgência para um futuro no qual a Terra, a Água, o Fogo e o Ar não sejam mercadorias, mas bens comuns!”

No seio de uma ética da terra, propomos forjar tecnologias enraizadas no chão que criamos e compartilhamos. Sabemos que a base para que tudo isso aconteça são as lutas da terra! Nossa Terra anda com sinais de adoecimento como efeito das ações sangrentas do sistema capitalista predatório e exploratório. Mas, como diz nosso querido mestre Badu: “não existe terra ruim. Toda terra é boa! Basta que você interaja com ela, que você escute a Terra!” 🍃
Por isso, a nossa escuta se dirige àqueles e àquelas  que sabem cuidar da Terra, que entendem seus sinais e falam a linguagem da terra, com a escuta e a presença de tantos outros mundos. Propomos assim, como chamado para a 2ª edição do Somos Corisco, a temática “Curar a Terra e escutar os mundos que ela abriga”. 
É na terra que tudo se acolhe, tudo se infiltra, tudo se dá e tudo se imbrica organicamente e não sinteticamente. Afinal, como nos ensina Nego Bispo, “a terra dá, a terra quer”! Venha confluir com a gente e escutar os tantos outros mundos que a terra abriga 🌬️

⚡️Fique atento, em breve abertura das inscrições! 

📸 Luciana de Oliveira (Ogusu/Casa de Reza Guarani Kaiowa - Tekoha Guaiviry-MS)
#corisco #IISomosCorisco #evento #UFMG #tbt
Hoje é dia de celebrar a saudade 💛 Em 2025, nos r Hoje é dia de celebrar a saudade 💛

Em 2025, nos reunimos para confluir, aprender e construir juntes uma universidade mais acolhedora,  diversa e afropindorâmica, a partir de partilhas intermundos entre povos indígenas, quilombolas, pesquisadores e aliades. 

Firmamos compromissos sérios e vivemos momentos de alegria, força e resistência! 

Chega mais e vem viver tantos outros mundos com a gente. ⚡️

Se você esteve com a gente na 1ª edição, nos conte sua experiência nos comentários!

Fotos: Dani Drumond

#corisco #IISomosCorisco #evento #UFMG #tbt
No ano em que o Coletivo Somos Corisco celebra 10 No ano em que o Coletivo Somos Corisco celebra 10 anos de existência, realizaremos o II Encontro Nacional Somos Corisco – 2026, dando continuidade à caminhada iniciada na primeira edição, que mobilizou alianças entre lideranças indígenas e quilombolas, comunidades tradicionais, pessoas pesquisadoras, coletivos e movimentos sociais engajados na luta por justiça epistêmica, ambiental e social.

Com o tema “Curar a Terra e escutar os mundos que ela abriga”, o encontro acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de abril, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG - Campus Pampulha) 🌬️

Como reflete Ailton Krenak, em “O amanhã não está à venda”: “Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade e nos alienamos desse organismo de que somos parte, a Terra, passando a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo que exista algo que não seja natureza. Tudo é natureza.”

Se tudo é natureza, também o são aqueles que, na lógica moderno-colonial, se colocaram separados e como superiores a outras vidas e mundos. Curar a Terra exige enfrentar essa ficção e sustentar a escuta sensível de cosmologias e experiências afropindorâmicas historicamente deslegitimadas e agir em aliança com elas. Falar de terra é assumir o vínculo com seus compartilhantes: humanos, não humanos e mais que humanos.

Por meio de conferências, roda de diálogo, teias de saberes e confluências institucionais, buscaremos fortalecer articulações contracoloniais em âmbito nacional, conectando redes de pesquisa e extensão na UFMG e em outras universidades, em confluência com saberes ancestrais. Reconhecemos os conhecimentos dos territórios como tecnologias de cuidado, resistência e futuro.

Acompanhe nosso perfil para ficar por dentro de tudo! 

#corisco #IISomosCorisco #evento #UFMG
🏹 Nos dias 13 e 27/11, finalizamos, em grande esti 🏹 Nos dias 13 e 27/11, finalizamos, em grande estilo, o Programa Formativo do Corisco 2025_2: Diálogos na Encruzilhada: visualidades afropindorâmicas e cosmopoéticas da resistência.

Foi muita apresentação e partilha bonita!! 🌿

No dia 13/11, duas pesquisas de mestrado: “A escuta fantasma: processos de criação entre memória, documento e ficção” de Priscila Smiths @priscila.smiths (UFC e Corisco/UFMG) e “Experimentos Visuais de uma Existência em Fragmentos” de Gab Nunes @gbrl.ns , desenvolvida em orientação com Luciana de Oliveira @luciana.lucyoli (Corisco/UFMG) tematizaram, de diferentes ângulos, formas de criação cinematográfica - analíticas, curatoriais e em realização - para compreender o imenso movimento dos cinemas negros contemporâneos, especialmente sob a direção de mulheres negras.

Já no dia 27/11, religião e gênero ganharam a tônica de nossas conversações, por meio das pesquisas “Estudos de gênero e sexualidade entre a Comunicação e a Antropologia", doutorado e pós-doutorado de Vanrochris Vieira @vanrochris ; “Dimensão comunicacional do terreiro”, pesquisa de doutorado George Ulysses @odisseug ; e a pesquisa-vida de Humbono Luis Fernando acerca da “Presença e força do Candomblé da Nação Jeje no Brasil”.

Pra complementar, tanta boniteza e riqueza, tivemos sessão especial do filme “Capitã Iracema” (2025) de nosso querido corisco Dani Drumond @dani.drumond , no Fórum.doc BH.

📸 Fotos: Luciana de Oliveira
Gustavo Marinho e Marina Jales têm o prazer de con Gustavo Marinho e Marina Jales têm o prazer de convidar a todes para a exibição do documentário e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso:

*Terra de Voduns: Documentário sobre a construção de um templo Jeje*

🎥 Sinopse
O documentário acompanha a história da construção de um templo jeje, erguido em devoção ao Vodun Dã. Através do olhar único e da vivência do Humbono Luiz Fernando de Odé, o filme adentra os fundamentos do templo e as profundas conexões estabelecidas com outros sacerdotes e territórios.

🗓️ Detalhes da Apresentação e Banca:
* Data: Terça-feira, 9 de dezembro
* Horário: 14h00
* Local Presencial: LARP (Sala 3003 - FAFICH)
* Acesso Online: https://meet.google.com/exy-voou-gnd

👥 Avaliadores:
* Orientação: Profa. Luciana de Oliveira
* Co-Orientação: Pabline Santana
* Banca Examinadora: Profa. Cida Moura e Alexandre Bruno Gouveia

Contamos com sua presença!
Que orgulho! . Defesa de TCC corisca na área: 05/1 Que orgulho!
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Defesa de TCC corisca na área:
05/12
13h
Sala 3100/Fafich
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“O presente trabalho, intitulado “Entre a Lei e a Rua: um documentário para enfrentar a proposta legislativa de internação compulsória da população em situação de rua em Belo Horizonte”, parte de uma vivência atravessada pela comunicação, pela política e pela escuta das margens da cidade. Desenvolvido ao longo de 2025, o projeto se concretiza na forma de um documentário que investiga o ponto de vista de pessoas em situação de rua frente à narrativa violenta que defende a internação compulsória”

Projeto Experimental de @guilhermesimoesdias  e banca composta por @ericooliveira.al .al e @edu_jesus_2020 com orientação de nossa colider @luciana.lucyoli
18 de novembro de 2025. 14 anos do assassinato da 18 de novembro de 2025.
14 anos do assassinato da liderança Nizio Gomes, liderança do povo Guarani-Kaiowa, guerreiro da luta justa pelo direito originário da terra. 
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Participei do evento em sua homenagem que teve apoio do @minpovosindigenas e a produção executiva primorosa de @antoniocarlosbenitesbenites e @luisa.lanna.1 , além da liderança de @genito.gomes.35 e @dionaraitamargomes . @luzelia.almeida.9 e @ludivaneortiz lideraram a equipe de alimentação. O coletivo de cinema  @guahuiguyra  registrou e mostrou sua força na produção de imagens e sons que ficarão para a história. 
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Sempre honra essa nossa parceria de pesquisa, ensino e extensão pela @ufmg e na boa companhia de @paulonazareth_official e toda nossa família. Obrigada por mais um ano a toda a comunidade da retomada Tekoha Guaiviry YVy Pyte Y Jere.
Convidamos você para participar do Painel de Proje Convidamos você para participar do Painel de Projeto Afropedia e Direitos Humanos  Parte da programação do NovembroNegro na UFMG!

🗓 Data: 11 de novembro
🕓 Hora: 14h
📍 Local: Auditório Carangola – FAFICH

O encontro reúne o Programa Afropédia, a FT em Saberes Tradicionais e a Universidade dos Direitos Humanos – UDH/UFMG, em um diálogo sobre a ocupação do espaço Wiki com biografias de grandes lideranças negras e indígenas silenciadas pela história oficial.
O painel também apresentará experiências criadas por estudantes do Lab Direitos Humanos e Organizações (Departamento de Comunicação Social).

🎓 Coordenação: Luciana de Oliveira, Guiomar Frota e Mário Nunes Júnior
📲 Inscreva-se:  https://forms.gle/wfTTzqxRGSgGE9ep9

Siga e acompanhe:
@udhufmg | @saberestradicionais | @somoscorisco
@centropalmares
@gemtes.educa 
@afropedia.wiki 

#NovembroNegro #DireitosHumanos  #SaberesTradicionais #Comunicação #Memória
O que tem se decantado em nossos corpos em meio a O que tem se decantado em nossos corpos em meio a esse ciclo de encontros? Na última quinta-feira, o Corisco convocou um outro tempo ao ciclo de trocas vividas. Lento e paciente, esse tempo reforçou o caráter de escuta e acolhimento que marcam nosso coletivo. Fizemos um balanço das diversas ações de pesquisa, vivências e produção de conhecimento realizadas por integrantes do grupo. Foi tempo de retorno, de revisita, de elaboração, gestos possibilitados pela pausa e pelo movimento de nos olhar/nos ouvir.
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#RodrigoWallace, dando continuidade à pesquisa junto à TI  Caru do povo Guajajara na Amazônia Maranhense, nos situou em mais alguns movimentos da guajajarização dessas investigações, a partir de travessia feita neste mês de outubro junto ao território. Como arquivista intermundos, uma das ações foi levar fotos impressas da memória do povo Guajajara, para reativar partilhas e escutas.
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A viagem foi feita em conjunto com @lislye_viana, que pôde se reconhecer documentarista junto às mulheres indígenas do território. Também a professora @luciana.lucyoli esteve junto a essa intensa experiência de viagem, reafirmando a importância da orientação engajada, situada e imersa nos territórios. 
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Com riquíssimo material consolidado (em textos e imagens), a pesquisa de @dani.drumond chega a um momento decisivo de realização fílmica junto ao Povo Krenak. O trabalho foi qualificado em banca com a participação das  professoras e realizadoras @claudmesq28 e @sophiaxpinheiro .
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Ecoamos também a riqueza do que foi vivido no Seminário Saberes Tradicionais e Notório Saber, na UFMG, prolongando um pouco do que foi a riqueza da escuta de mestras e mestres, professores parceiros e estudantes – em especial, da roda final conduzida pela Mestra Mayá, no encerramento do Seminário.
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Compreendendo os riscos epistêmicos envolvidos na aliança entre Universidade e territórios, reforçamos também a necessidade da constante investigação de metodologias e práticas para usos críticos das instituições de modo geral (Universidade, Museu, Estado), sabendo da colonialidade que as atravessa, mas também da responsabilidade que nos cabe em insistir no risco da produção de conhecimento intermundos.

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Na travessia pelo território da TI Caru Guajajara, Na travessia pelo território da TI Caru Guajajara, seguimos aprofundando as pesquisas de mestrado e doutorado de Lislye Viana e Rodrigo Wallace, em uma experiência de escuta, troca e aprendizado com o povo, a cultura e a ciência viva do território. Foi uma alegria imensa poder estar ali, conhecendo mais de perto as histórias e as sabedorias que sustentam esse território. 

Ao lado do Rodrigo com a pesquisa “O povo Guajajara e as imagens de um arquivo intermundos:
memórias contracolonias da Terra Indígena Caru na Amazônia maranhense”, fortalecemos a comunicação intermundos na perspectiva dos arquivos, pensando a memória como elemento fundamental para o fortalecimento das lutas de um povo. 

Com Lislye e a pesquisa “Imagens para adiar o fim do mundo: documentário intermundos, emergência climática e justiça epistêmica” mergulhamos nas potências e nas lutas das mulheres indígenas, tão fundamentais para a sobrevivência dos territorios e de tudo o que é vivo, tudo o que é, incluindo a nós, natureza. Cada conversa, cada gesto e cada encontro ajudaram a ampliar o horizonte das pesquisas e a reafirmar o compromisso com modos de conhecer que se constroem em relação. 

Essas orientações territorializadas foram também uma aposta: a de fazer da pesquisa um espaço de diálogo entre mundos e epistemes, onde o saber acadêmico se transforma no contato com quem vive e resiste. Seguimos firmes em tecer pontes, alianças e caminhos de (re)existência, dentro e fora da universidade. 

📸 @lislye_viana e @luciana.lucyoli
Por que pessoas indígenas de diversos povos e seus Por que pessoas indígenas de diversos povos e seus coletivos têm apostado no campo das artes como frente de luta política?
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Como a pesquisa de línguas indígenas adormecidas têm cultivado palavras-sementes para ativar memórias e reflorescer usos no contemporâneo?
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Augustin de Tugny (UFSB) contou-nos de sua trajetória de pesquisa em colaboração com a artista Glicéria Tupinambá em torno dos mantos de seu povo, trazendo aportes a um antigo interesse em torno da roupa como fábrica do corpo, que já contemplava adereços dos povos originários. Contudo, a aliança com Célia traz a constante revisão da pesquisa e abertura de dimensões inimagináveis a partir de um modelo clássico de pesquisa acadêmica. A artista não faz dos mantos objetos de arte, mas entidades vivas que são ativadas de forma prática na relação com tudo o que vive na Serra do Padeiro, território do Povo Tupinambá.
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Djalma Ramalho Aranã Caboclo (Fale/UFMG) apresentou sua pesquisa-vida sobre a língua Aranã Caboclo no Vale do Jequitinhonha, desenvolvida como TCC e mestrado na Faculdade de Letras da UFMG. Djalma apresenta sua pesquisa como um movimento de justiça epistêmica diante de “uma pesquisa científica que me dizia que meu povo estava morto”. Mas a língua, como os biomas, encontra seus jeitos de sobreviver. Foi essa a aposta de Djalma que encontrou na pesquisa-ação, na translinguagem e na autoetnografia alianças metodológias para criar sua “amorologia”, juntando tudo o que pôde sobre a língua Aranã Caboclo com foco no seu povo.
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Beatriz Furtado (UFC) apresentou uma pesquisa que inventaria biografias autodefinidas de artistas indígenas no Ceará. Bia trouxe grande otimismo na movimentação de artistas em torno dos seus territórios e no campo das artes, considerando uma virada importante para transformação dos circuitos de arte na qual as artes indígenas não serão capturadas. Os nomes de Marramii Karão, Navegante Tremembé, Rodrigo Tremembé, Benício Pitanguary, Indja, Biya Kanindé, Kulumym-Açu, Moisés Tremembé e Grupo Tamain, além dos povos Jenipapo-Kanindé, Taguari, Kanindé, Tapeba e Paiacu reverberaram vivamente e seguem reverberando e multiplicando possibilidades.
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📷@luciana.lucyoli
No dia 07/10/2025, o bolsista Pebext-Ações Afirmat No dia 07/10/2025, o bolsista Pebext-Ações Afirmativas Gustavo Marinho @guzttttavo participou da 28a Semana de Extensão da UFMG, levando um pouco do nosso trabalho no Projeto de Extensão Memórias e Trajetórias Notáveis: Visibilizando Vidas e Epistemes sob a coordenação de nossa colider Luciana de Oliveira @luciana.lucyoli 
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O projeto acaba de finalizar o memorial descritivo do líder quilombola Silvio de Siqueira/Seu Badu raizeiro, homeopata, radiestesista, candombeiro, músico e muitas outras coisas. Aos 89 anos, esse mestre defendeu o território ameaçado, criou uma grande família e prestou serviços de saúde importantes na comunidade e na região de Jaboticatubas-MG.
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Contamos com a valiosa colaboração da corisca #HelenaPimentel e dos coriscos @talesma.m @dani.drumond @ericooliveira.al das estudantes e ativistas @mari_angelis @aliviaraterra #TeresaNaj
#LuisaReis @anjadeguerra

Nosso agradecimento especial aos mestres e à mestra que se aliançaram conosco, sempre generosos em nos ensinar e orientar em todas as dimensões!
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